Paralisação em defesa da reposição salarial na Polícia Civiíl

Durante a paralisação desta quinta-feira, que acontece entre 8h e 18h, a Polícia Civil somente atenderá flagrantes e crimes como homicídio, estupro, Lei Maria da Penha, e violências envolvendo crianças, adolescentes e idosos. Além disso, também a ocorrência na qual a equipe de plantonistas, considerar como imprescindível, a imediata intervenção da Polícia Civil. A exemplo da paralisação realizada na segunda-feira, o objetivo é divulgar à população, as condições de trabalho e os três anos sem reposição salarial.

PARALISAÇÃO – UGEIRM divulga: “O objetivo dos dois dias de paralisação, é a abertura de um diálogo com a população, explicando os motivos da nossa paralisação, e todos os problemas da segurança pública no nosso Estado, como a falta de efetivo, não reposição salarial, e as más condições de trabalho da Polícia Civil. É preciso mostrar à população que a nossa luta é em defesa da segurança pública, e que a queda de todos os índices de violência no Estado, aconteceu mesmo com a categoria sem reposição salarial há mais de três anos”.

MOBILIZAÇÃO – No interior do Estado e região metropolitana, a orientação é para que os policiais se concentrem em frente às delegacias, ou local de trabalho. As viaturas devem permanecer paradas no órgão a que pertencem. Além disso, não haverá cumprimento de MBAs, mandados de prisão, operações policiais, serviço cartorário, entrega de intimações, oitivas, remessa de IPs ao Poder Judiciário, e demais procedimentos de polícia judiciária.

APOIO – No dia 28, foi expedida nota oficial do colegiado das entidades de segurança pública do Estado. Trecho: “Diversos estados estão reconhecendo o trabalho dos agentes da segurança pública que enfrentaram nas ruas o período de pandemia em defesa da sociedade, concedendo reposições diferenciadas. Infelizmente, mesmo o governo do Estado apresentando significativos resultados na segurança pública, graças ao esforço (com a própria vida) dos profissionais da área, sequer as categorias foram recebidas para dialogar. A situação ficou insustentável, diante de um quadro de descaso e sucessivas retiradas de direitos, de modo que o movimento ganhou a adesão dos militares”. O documento é subscrito pelas entidades representativas da Polícia Civil, Brigada Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Instituto-Geral de Perícia e Superintendência dos Serviços Penitenciários.

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